segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Tica-tica-bum...

Meu coração faz tica-tica-bum...
Meu coração faz tica-tica-bum...
Meu coração faz tica-tica-bum...
Meu coração faz tica-tica-bum...
Meu coração faz tica-tica-bum...

terça-feira, 8 de maio de 2012

O melhor jogo...


Adoro comparar a vida com um jogo de futebol...
Somos todos jogadores, todos correndo atrás de um sonho, de um futuro melhor!!
Mas o jogo não para se você se machucar, ou se for expulso... O outro time não está nem aí se você está com dor ou lesionado, você tem que lutar pelo bem próprio e ainda mais, tem que lutar pelo bem comum, da equipe. No caso da vida, você é o jogador e sua família, amigos, parentes, sociedade, são sua equipe.
Às vezes estamos com a bola nos pés, correndo em frente, sem nenhum adversário, de cara para o gol... Mas aí vem um bandeirinha e nos dá impedimento, um balde de água fria!!! Fazer o quê, lá vamos nós de novo... Impedimento pode ser discutido, às vezes o bandeira erra, o juiz erra... Mas não podemos fazer nada na hora, podemos discutir depois, mas na hora só temos que obedecer e continuar jogando.
Tem outros momentos em que temos a bola em nosso poder, mas não sabemos o que fazer, estamos encurralados, sem saída, então aí meu amigo: bola pro mato, pq o jogo é de campeonato!! Dá um bicão e depois vê no que dá, e depois do bico corre, mas corre muito, com mais força, com mais garra para conseguir a bola de novo!!
Tem dias que ganhamos, tem dias que perdemos, é verdade... E tem aqueles dias que tanto faz, e aí é empate.
Quando ganhamos, nossa!! É muita vibração, alegria e emoção, são muitos sentimentos misturados, o coração parece que não cabe no peito, bate feito louco e parece que vai sair pela boca. E o dia que perdemos, ah esse dia é péssimo... Nem é bom lembrar, a gente se sente uma titica, sem serventia pra nada... Nos sentimos por baixo, dá até vontade de jogar a toalha, desistir de tudo, mas que nada... Levanta a cabeça que amanhã tem treino, vamos melhorar para o próximo, seguir adiante pq o show não pode parar!!!
Tem também as falta... Cometemos muitas durante o jogo da vida, mas também tem certos jogos em que levamos cada carrinho, que nem sabemos de onde veio o adversário. Damos cabeçada é verdade, mas tem outros que levamos cada cabeçada, pontapé, beliscão e ainda assim temos que continuar... As faltas são comuns, no futebol e na vida, só não podemos esquecer de ser humildes e reconhecer nossas faltas, e também aprender com elas, pedir desculpas, se perdoar!
O jogo da vida, é o jogo mais bem jogado... E não adianta querer voltar atrás, fingir que não fez nada, nada disso!! Ta todo mundo te filmando meu irmão, não adianta querer trapacear, tirar vantagem, o Juiz sempre vê... ele pode te dar cartão amarelo, te avisar de várias coisas, mas toma cuidado com as tuas faltas, pq você pode ser retirado da partida antes do final e não tem churumelas, depois do vermelhinho meu caro, bye, bye... Fim de partida pra você!!! Aí você fica no vestiário, pensa sobre o que fez de errado, pede desculpas, conversa com seu treinador, talvez fique alguns jogos fora, mas sempre ganha uma nova chance, de voltar e fazer diferente, fazer bonito!!!
Então, não vamos desperdiçar esta partida que estamos jogando, vamos correr, lutar, ir em frente e fazer o gol!!! Vamos correr para o abraço, respeitar seu adversário, ser cordial com seus colegas de equipe!! Vamos jogar da melhor maneira possível, ser o melhor para si e para os outros, até o fim... E quando o jogo acabar, mesmo que você não tenha ganho o campeonato, pelo menos vai ter a certeza que deu o melhor de si e que aquela partida não foi em vão!!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Mensagem para mim mesma...

"Acabe com essa ideia de que toda crítica é ruim e deve ser evitada. É bom saber em que você precisa mudar. De que outra maneira você pode progredir?"

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Aperto

O que a gente faz quando o coração fica apertado??
E o que agente faz quando este aperto fica conosco por dias, meses??

A resposta dessas duas perguntas eu sinceramente não sei, só sei que sinto meu coração assim a quase 2 meses, para ser mais precisa, desde o dia 05/01/12. Data em que o grande amor da minha vida entrou em um sono profundo e sem previsão de acordar.
Levo minha vida normal, tenho trabalhado normalmente, faço minhas tarefas normais, mas no fundo quando eu paro pra pensar, meu coração ta apertadinho, cheio de saudades... Só o que resta agora são as lembranças de um tempo bom e esperança de um despertar o mais rápido possível, foram 29 anos de convivência e isso a gente não esquece. Nunca, em nenhum outro momento meu futuro esteve tão incerto. Antes, mesmo com as minhas dúvidas e "problemas" 9que na verdade não eram nada comparado ao que estou vivendo agora), eu sabia que meu porto seguro estava lá.
Eu não sei o que vai acontecer, eu não sei quanto tempo isso vai durar, eu não sei como vou ficar... E toda essa incerteza, misturada com saudade, deixa meu coração apertado...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Paisagens de mim mesmo:

Enquanto eu pensava sobre a minha resposta a esta tarefa, me dei conta de que há três aspectos muito diferentes de mim mesmo que eu poderia descrever. Decidi então descrever, com o máximo de sinceridade, todos os três “eus” que conheci até hoje. Esses três eus formam o que eu vou chamar de paisagens de mim mesmo, paisagens que estou me empenhando em transformar. Que estou decidido a transformar.
A paisagem de quem somos muda de aparência dependendo de quem somo, da nosso posição a vida e de como escolhemos nos apresentar. Em primeiro lugar há o “eu” que costuma aparecer durante momentos como este. O eu que eu quero que os outros vejam. Este é o eu de montanhas majestosas e prados verdejantes. Este é o eu de força e poder. É o eu das grandes realizações educacionais e profissionais, da capacidade de liderança e da comprovada dedicação aos outros. Este é o eu público: o eu em que eu me empenho em me agarrar.
Em seguida há o eu que não quer ser revelado. O eu que quer se esconder. Trata-se da paisagem da fraqueza. Há muitos vales e poucos picos nesse eu. Ele inclui o que eu penso e acredito secretamente a meu respeito. Este é o eu que eu não compartilho com os outros. É o eu com quem viajo nos momentos de tristeza, de medo, nos momentos em que me sinto sem valor e sem esperança. Entretanto, sou capaz de reconhecer que este eu pode me ajudar a aprender com meus erros e falhas e crescer.
Na paisagem desse eu, a topografia inclui locais como o “pântano da auto enganação”, que transborda com a falta de sinceridade, que se encobre com a neblina do egoísmo e que fede com o mau cheiro do narcisismo. Aqui, as serpentes venenosas da procrastinação, da preguiça e da falta de disciplina procriam livremente. Com frequência, ameaçam me comer vivo.
Perto dali encontra-se o “vale da insegurança”. Este vale é pontilhado das imensas rochas do temor, formadas pelo medo de fracassar e por seixos de incerteza. O solo é árido devido às longas secas da vergonha e da culpa. Nada cresce nesse vale. Ele é coberto pelas ervas daninhas da limitação e da escassez.
O deserto da ira cerca o vale da insegurança. Ele é aquecido pelo implacável sol do ódio e do ressentimento, que dão origem aos ventos quentes da resistência, da desobediência, da competitividade e da arrogância. Esses ventos criam tempestades de areia de ciúme, maldade e inveja.
Há lugares nessa paisagem que não podem ser vistos por quem a olha. São as cavernas e grutas subterrâneas do “não sou bom o bastante” e “não mereço o que é bom”, que percorrem o terreno por baixo dos pântanos, dos vales e do deserto. Essas cavernas estão por baixo de todas as cenas autodestrutivas. Só recentemente descobri o quão profundamente essas cavernas e grutas recortam a minha vida. E foi a esses alicerces que eu me apeguei para construir minha vida. Até hoje!
Durante este trabalho, achei muito interessante verificar que, embora eu seja capaz de identificar os meus pontos fracos com imenso detalhe, sinto dificuldade em apontar os meus pontos fortes. Existe, no entanto, um terceiro ambiente nessa paisagem do eu. Não é novo, embora se trate de um local que estou apenas começando a conhecer e aceitar. Nessa terceira paisagem viceja um cenário lindo e inspirador, cenas de sonhos e aspirações. Para mim, é um local novo, porque chafurdei tempo demais no pântano do autoengano, visitei a gruta de “não sou bom o bastante” com excessiva frequência – com tanta frequência, aliás, que perdi de vista o meu direito de sonhar e de aspirar aos objetivos que criei para mim.
Agora eu me vejo no meio desse novo território, tendo sonhos alegres, dedicando-me a realizá-los. Vejo o sol iluminando as colinas verdejantes da esperança; vejo praias com as areias alvas da confiança; jardins de amor-próprio e montanhas de fé na minha capacidade. Neste novo local de sonhos, eu canto e danço, deliciando-me; visito lugares onde reina uma paz de tirar o fôlego, enquanto caminho por um planeta de riquezas abundantes e converso com Deus em silêncio. Eu agora me vejo aprendendo coisas novas, ensinando coisas novas, criando objetos de rara beleza, amando e sendo amado, apaixonadamente. Mas acima de tudo eu me vejo na paisagem da felicidade. Eu apenas sou como sou, e, à medida q ue vou me transformando, vou sendo. Vejo-me como professor de um eu novo e verdadeiro. Sou um mestre disposto a dar apoio aos que buscam conectar-se com Deus. À medida que aprendo e que ensino a mim mesmo, terei o que compartilhar como os outros.
Ensinarei o processo inscrito no coração de acordo como que aprendi em minhas andanças pelo deserto, pelo pântano e pela gruta, até vir descansar na praia da entrega, nos jardins dos sonhos.
Não é incrível que tenhamos de percorrer tantos lugares sombrios para encontrar a luz que sempre tivemos? Eu fugi de quem sou e voltei a me encontrar enquanto tentava ajudar os outros. Agora me vejo com mais clareza, dedico-me a usar o que Deus me deu para atingir o que desejo e me ofereço ao bem deste planeta. A isso eu me dedico.

Não, este texto não é meu, mas fiquei tão emocionada quando li que resolvi colocar aqui. Sinto-me assim, correndo entre os meus “eus”, subindo lindas montanhas e atravessando pântanos. Estou correndo para ver o sol que está nascendo lá atrás da colina, os campos estão verdes, limpos, me convidando a andar cada vez mais rápido para chegar a tempo de aproveitar o calor do sol e deslumbrar um “pôr” magnífico. É isso, o sol me espera, não tenho tempo para chuva, tempestades, vendavais... o sol me espera!!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Essa sou eu...

Ser séria, não é igual a ser mau humorada ou grosseira!!!! Gosto de ser séria nas coisas que faço, no trabalho então nem se fala. Não gosto de deixar nada parado esperando para depois, enquanto estiver trabalho para fazer eu fico séria sim, e ponto final!
Espera eu terminar todas as minhas tarefas benzinho, e depois a gente toma um chimarrão, conta piada,conversamos sobre o tempo e a vida. Mas enquanto eu tiver "pepinos" para resolver, por favor benzinho, me deixa quietinha.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

De volta!

De volta a vida inteligente!
Depois de passar meses ausente, sem ânimo, numa deprê de dar dó... Hoje eu quero recomeçar a fazer tudo aquilo que eu fazia... quero voltar a ter planos, a pensar em coisas boas, a sorrir por qualquer coisa.
Quero voltar a fazer trilha sonora da minha vida!
Depois de um período de melancolia, de pensamentos confusos e nada nobres, quero voltar a ser EU de novo, assim, do jeitinho que eu era, sem tirar nem por. Não quero mudar por ninguém que não seja por mim mesma, e por enquanto meu eu me diz que gosta de mim daquele jeito que eu era, antes dos dias cinzentos aparecerem.
Fases... tudo são fases, como num jogo... acho que passei mais uma e vou seguindo para pular as próximas, e hj sei que consigo avançar sempre e sempre. Por mim mesma, com minhas próprias pernas, lutando e relutando... seguindo. Acho bom a depressão desistir pq o "game over" está bem longe de acontecer!